Um dos bairros mais atingidos na tragédia de janeiro ainda sofre com os reflexos da destruição
Como se já não bastassem os diversos problemas enfrentados anteriormente pelo Loteamento Floresta, desde a tragédia de 12 de janeiro a comunidade convive com uma série de outras adversidades. Recentemente os moradores foram recebidos pelo prefeito Dermeval Barboza Moreira Neto, a quem fizeram reivindicações, mas ainda aguardam soluções. Segundo o presidente da associação de moradores, Valcenir Faria, um dos problemas que tem causado maior preocupação é o entupimento da galeria de água e esgoto. “Tem que ser feita a limpeza e a substituição das manilhas dessa galeria. O esgoto está ficando a céu aberto. Com uma tromba d’água, todas as casas que ficam por cima da galeria correm muito risco. Isso vai virar um grande lago. É uma tragédia anunciada”, alerta Valcenir, que cobra ações urgentes das autoridades. “Nos disseram que viriam pessoas da Defesa Civil e da Secretaria de Obras até o bairro para analisar esse problema, mas estamos esperando até agora”, protesta.
Outro problema que vem dando dor de cabeça aos moradores da comunidade é a linha de ônibus, que desde o fatídico 12 de janeiro não passa por todo o bairro. A linha do Alto do Floresta, por exemplo, não existe mais — e a única linha convencional disponível aos moradores só vai até o início do bairro. A concessionária Faol — que afirma estar o acesso comprometido em dois pontos do loteamento, onde barrancos que desmoronaram na tragédia ameaçam cair novamente —, para amenizar o problema, disponibilizou um micro-ônibus que leva os moradores à parte mais alta do bairro. Entretanto, segundo Valcenir, a medida não solucionou a questão. “É uma ajuda, mas o micro não suporta o pessoal todo. Ele costuma ficar superlotado. A maioria anda a pé mesmo. Tem que ser feitos dois muros de contenção para que os ônibus voltem a trafegar normalmente pelo bairro”, aponta.
Outro problema que vem dando dor de cabeça aos moradores da comunidade é a linha de ônibus, que desde o fatídico 12 de janeiro não passa por todo o bairro. A linha do Alto do Floresta, por exemplo, não existe mais — e a única linha convencional disponível aos moradores só vai até o início do bairro. A concessionária Faol — que afirma estar o acesso comprometido em dois pontos do loteamento, onde barrancos que desmoronaram na tragédia ameaçam cair novamente —, para amenizar o problema, disponibilizou um micro-ônibus que leva os moradores à parte mais alta do bairro. Entretanto, segundo Valcenir, a medida não solucionou a questão. “É uma ajuda, mas o micro não suporta o pessoal todo. Ele costuma ficar superlotado. A maioria anda a pé mesmo. Tem que ser feitos dois muros de contenção para que os ônibus voltem a trafegar normalmente pelo bairro”, aponta.
