No Alto do Floresta, polícia recolhe mais 33 pedras de crack e prende homem em escadão
A equipe do Patrulhamento Tático Motorizado (Patamo 1), do 11º BPM, fez mais duas baixas no tráfico de drogas em Nova Friburgo na segunda-feira, 25, em operações diferentes nos bairros Alto de Olaria e Alto do Floresta, o Morro do Dedé, distrito de Conselheiro Paulino. Com o sacoleiro Taylor Dênis Herdy, 23 anos, na Rua Acre, Alto de Olaria, foram recolhidas 81 pedras de crack com a inscrição “Crack de R$ 20” e mais 35 sacolés de cocaína. A droga estava numa sacola plástica, camuflada numa moita, próximo ao local onde Taylor foi surpreendido e preso em flagrante pela equipe integrada pelo sargento David Viana e os soldados Gilber, Flaner e Maurício.
Ainda no local da prisão o rapaz admitiu a posse de toda a droga e disse ainda que já havia comprado anteriormente, com um traficante na Rua Acre, outra carga de pó e crack por R$ 600, e já teria vendido. Na 151ª DP, porém, Taylor se recusou a prestar depoimento ao delegado adjunto, Robson Pizzo Braga, alegando que só fará declarações à Justiça. Recolhido ao setor de custódia da Polinter, anexo à delegacia, Taylor será encaminhado a um presídio do Estado.
Também na última segunda-feira, 25, a mesma equipe de policiais do Patamo 1 prendeu em flagrante, após denúncia, Josinaldo Albuquerque Gonçalves, o Naldinho, 32 anos, num escadão da Rua Aureliano Barbosa Faria, no Alto do Floresta. Com ele foram apreendidas 33 pedras de crack envoltas em papel alumínio e com a inscrição “Crack de R$ 5”, e mais R$ 49, provavelmente apurados com a venda de entorpecentes. Informados sobre as características e as roupas que Naldinho usava, os PMs fizeram tocaia na mata, onde puderam observar a movimentação de usuários de drogas no escadão e o tráfico realizado por Naldinho.
Assim que os policiais do Patamo 1 o surpreenderam, Naldinho tentou se desfazer da droga, descartando-a numa sacola plástica jogada na mata, a cerca de 30 metros dele, mas o ato foi presenciado pelos PMs, caracterizando o flagrante. Na 151ª DP Naldinho assumiu que a droga era sua e que seria vendida a viciados no escadão, já conhecido pela polícia como ponto de venda de drogas no bairro. Ele revelou também que o crack apreendido era o restante de uma “carga” de 70 pedras, entregues por um adolescente, que lhe prometera R$ 100 de comissão pela venda do entorpecente.
O tal adolescente — apontado como um dos cabeças do tráfico no Dedé — conseguiu fugir assim que avistou a aproximação dos PMs do Patamo 1 no escadão. Naldinho, contudo, não informou ao delegado Robson Pizzo o nome completo ou o endereço do adolescente. Naldinho também foi recolhido à carceragem da Polinter e será transferido para o Rio de Janeiro.
Ainda no local da prisão o rapaz admitiu a posse de toda a droga e disse ainda que já havia comprado anteriormente, com um traficante na Rua Acre, outra carga de pó e crack por R$ 600, e já teria vendido. Na 151ª DP, porém, Taylor se recusou a prestar depoimento ao delegado adjunto, Robson Pizzo Braga, alegando que só fará declarações à Justiça. Recolhido ao setor de custódia da Polinter, anexo à delegacia, Taylor será encaminhado a um presídio do Estado.
Também na última segunda-feira, 25, a mesma equipe de policiais do Patamo 1 prendeu em flagrante, após denúncia, Josinaldo Albuquerque Gonçalves, o Naldinho, 32 anos, num escadão da Rua Aureliano Barbosa Faria, no Alto do Floresta. Com ele foram apreendidas 33 pedras de crack envoltas em papel alumínio e com a inscrição “Crack de R$ 5”, e mais R$ 49, provavelmente apurados com a venda de entorpecentes. Informados sobre as características e as roupas que Naldinho usava, os PMs fizeram tocaia na mata, onde puderam observar a movimentação de usuários de drogas no escadão e o tráfico realizado por Naldinho.
Assim que os policiais do Patamo 1 o surpreenderam, Naldinho tentou se desfazer da droga, descartando-a numa sacola plástica jogada na mata, a cerca de 30 metros dele, mas o ato foi presenciado pelos PMs, caracterizando o flagrante. Na 151ª DP Naldinho assumiu que a droga era sua e que seria vendida a viciados no escadão, já conhecido pela polícia como ponto de venda de drogas no bairro. Ele revelou também que o crack apreendido era o restante de uma “carga” de 70 pedras, entregues por um adolescente, que lhe prometera R$ 100 de comissão pela venda do entorpecente.
O tal adolescente — apontado como um dos cabeças do tráfico no Dedé — conseguiu fugir assim que avistou a aproximação dos PMs do Patamo 1 no escadão. Naldinho, contudo, não informou ao delegado Robson Pizzo o nome completo ou o endereço do adolescente. Naldinho também foi recolhido à carceragem da Polinter e será transferido para o Rio de Janeiro.
